No início a imaturidade, complicando o relacionamento.
O desentendimento triunfaria, não fosse a paixão.
Depois, o desafio de aprender a criar e educar filhos, sem castramento.
O egoísmo inconsciente triunfaria, não fosse a compaixão.
Na maturidade, a luta por vida futura sem privação e sofrimento.
A ansiedade triunfaria, não fosse a razão guiando a emoção.
Na velhice, a estigmatização da obsolescência, o descarte da experiência, solidão e isolamento.
A angústia triunfando, na busca teimosa do sentido de tudo, sem rendição.
Cognição e libido se esvaindo, corpos envelhecidos, doenças e sofrimento.
Andar de cima ou andar nenhum? Dúvida existencial, fé e esperança em questionamento, aflição.
Melhor andar nenhum, não sendo por sentido de vida em processo cumulativo de evolução e crescimento.
Melhor andar nenhum, não havendo sentido de final feliz de vida plena de ânimo, bem-estar, alegrias e curtição.
Que lindo esse seu texto, Atair.
Diz tudo mesmo sobre como é o andar vida de todos nós, que estamos de bem com ela.
CurtirCurtir
Muito bom esse texto.
Na fé e emoção vale a caminhada da vida!
CurtirCurtir
Poesia pura. Obrigado.
CurtirCurtir