Por Narrativas e Comportamentos Viabilizadores de Instâncias do Viver com Autorrealização e Bem-Estar

Se o que todos necessitamos para sustentar a construção de ser com autorrealização e bem-estar é de processos de vida com condições de sobrevivência, segurança, convívio social amoroso e autoestima. Se o convívio social tem que ser com paz, harmonia e sinergia para sustentabilidade socioeconômica e ambiental. Se a autoestima tem que ser com conquista de reconhecimento e valorização por utilidade aos ambientes coletivos de vida. Se a diversidade humana, étnica e de orientação sexual, existe porque é da ordem natural que assim seja. Se o país é predominantemente de miscigenados, com população diversificada etnicamente. Se o grande e prioritário problema do país a ser resolvido é o da assustadora desigualdade socioeconômica. Se assim é que é, então há algumas perguntas que não querem calar.

Por que novas conquistas de respeito à liberdade de orientação sexual devem promover mais animosidade do que comemoração? Animosidade que só leva a comportamentos reativos de confronto, por volta e meia recorrer à hostilização e culpabilização da maioria hétero como se ela fosse o inimigo e homofóbica de modo generalizado?

Por que culpabilizar as gerações presentes pelo passado escravagista? Passado que construiu uma desigualdade gritante nos descendentes daqueles escravizados. Por que estigmatizar nossa cultura e o povo brasileiro de discriminação estrutural, mesmo face à generalizada diversidade étnica do país, fruto da  histórica miscigenação pacífica de etnias? Por que ignorar e não lidar com a verdadeira realidade que é a de generalizada miséria social, que afeta a esmagadora parte da população? Por que não perceber e entender  que é essa realidade que leva à situação de violência e criação de espaço para a delinquência, situação que, por sua vez, gera a reação de “discriminação estatística”, isto é, discriminação reativa daqueles que as estatísticas marcam como pobres e perigosos?

Por que a justa luta pela conquista dos direitos da mulher, com o já julgado e condenado papel histórico negativo do machismo, não reconhece que não precisa mais tratar de forma generalizada o homem moderno como inimigo, muito menos confrontar com animosidade características distintas da masculinidade, como se fosse possível, por opção de opinião e de narrativas, negar realidades da natureza humana que diferencia os dois sexos?

Por que se julga poder realizar condição de bem-estar consumindo drogas, mesmo que a custa de, consequentemente, manter o tráfico de drogas e o crime organizado, fator de miséria e violência  nas comunidades pobres?

Por quê? Por quê? Por quê?

Pois é, porque a turma anda dando tiro no próprio pé. Remando contra a corrente, afrontando e ignorando a condição lógica de que os objetivos condicionam os necessários processos de vida e estes têm que respeitar a natureza humana, conforme a ordem natural.

Nesse mundão de Deus, todas as instâncias imagináveis e não imagináveis estão postas. Mas estão postas segundo uma ordem, a ordem Natural. Não há, pois, escapatória: nessa posta ordem, os indivíduos só viverão instâncias de bem-estar e autorrealização se tiverem atitudes e comportamentos de paz, compaixão e amor; se exercerem interesses compatíveis com aqueles dos ambientes coletivos, isto é,  compatíveis com o bem-comum!!! Enquanto não for assim, vamos sendo vítimas de nossa cretinice ignorante e pagando o preço do sofrimento.

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