Escravos da animalidade. Acorrentados pela biológica e psicológica essência.
Escravos da genética. Acorrentados em genealógicas árvores de acasalamentos e descendência.
Escravos da coletividade. Acorrentados pela sobrevivência.
Escravos de ecossistemas. Acorrentados na ordem natural das coisas e seres da existência.
Escravos da socioeconomia. Acorrentados em sistêmica interdependência.
Escravos da humanidade. Acorrentados em coreografias de necessária convivência.
Escravos da individuação. Acorrentados na aldeia global do inconsciente, pelo superego e sua ingerência.
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